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Velho Seminário
Vetusto casarão! Velho
Seminário!
De mim guardas um fio da
existência,
Os ossos de minha fé
e crença
Que sepultei no teu sacrário.
Passos tímidos da
minha adolescência
Palmilham do teu chão
o Santuário,
Inda pedem Latim e Dicionário
P’ra construção
de uma Sabença.
— Devolve à minh’alma
o conforto,
Que o Passado em mim quase
já morto
Chora todas as saudades.
— Me deixa retornar ao pó
da Natureza
E preso à urna da
Tristeza
Viver contigo a Eternidade. |