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Kideniro Teixeira
Psi, a
penúltima, de Soares Feitosa
Não me encorajo, isto é, receito dar
opinião ou comentar a matéria contida em Psi, a Penúltima, de Soares
Feitosa. Quero apenas expressar um ponto de vista cá no meu modo de
entender as cousas.

Há, sem dúvidas, no livro em referência um
poemário extraordinariamente fora
do comum, desse trivialismo constante de nossa literatura. Com isso
não desejo afirmar que o poeta esteja propondo criar uma
originalidade.
No meu conceito (posso estar errado), há
no poeta Soares Feitosa uma notoriedade que se deve reconhecer: a
unicidade poética, a originalidade de seu telurismo, digno de
respeito.
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