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Da generosidade dos leitores |
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Aníbal Beça Amigo Feitosa, A cada dia você se encorpa às coisas da
poesia. Faz do cotidiano, sonhos; e dos sonhos: poemas. Tudo com sintaxe e
dicção, próprias. O prosaísmo assume ritmo plural, na cadência Grande abraço Anibal Beça |
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André Seffrin Meu caro amigo Feitosa,
E cá estou eu, "leitor ávido de coisas", fruindo seus dois novos poemas. Não tenho o que dizer. Que dizer? "As bromélias, o espinho, as abelhas." O resto é silêncio. Abraços de seu fiel leitor André Seffrin |
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Flora Ferreira Soares, brilhante essa noite alta em Fortaleza. E essas bromélias que fazem e não fazem parte da Flora nesse seu enredo me enredaram até o fim.Valeu poeta, parece que Fortaleza tem um veio lírico muito intenso e vasto. Já conheci dois poetas extraordinários dai. Até me apaixonei por um[pelos poemas]. Isso aí deve ser uma paraíso para tanta inspiração. Sete anos de pastor Jacob servia a Labão pai de Raquel serrana bela... Será para tão longo amor tão curta a vida? Então curta... Um abraço de bromélias pra você Flora F. |
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Rosel Soares Poeta! A facilidade com que as palavras furam meus/nossos olhos, ouvidos, cérebros e corações deve-se unicamente a escolha acertada que você, lapidador, empreende durante as "altas noites" do Ceará. Eu me impressiono, verdadeiramente eu me impressiono. E é uma sensação gostosa da porra estar lendo versos seus. Por exemplo: tu sabes que minha situação financeira não está nada boa. Mas enquanto ouvia você falando que "...agora de manhã, mostrei a advogada, ela trabalha aqui comigo", juro que esqueci do "pncd" e vivi (por instantes, é verdade!), como o mais abastado dos homens aqui na terra. Esqueci do que podia esquecer e lembrei do que devia lembrar. Viajei!... Conclui-se: você é um ilusionista, um enganador, um homem cuja crueldade parece não ter fim. Por que tanto talento para tanta maldade? Mas queremos ser iludidos (precisamos), enganados (é importante) e aniquilados (é morte feliz) por causa de seus versos satânicos. Escreva-me mais! Mande-me novos versos! Pois, se o "pncd - pao-nosso-de-cada-dia" está sendo difícil de arrancar do solo canadense (estou sendo dramático demais, aplique o desconto!), que pelo pelo menos a "pntd - poesia-nossa-de-todos-os-dias" não nos seja negada. Pois que já me sinto dono dos teus versos. Vai ver, o processo é esse mesmo. Escreveu, desenhou, computou, publicou..., já era, não te pertence mais. É de quem lê, aprecia, cita, divulga... Fiquei feliz porque você manteve o verso "Ela perguntou se tinha bromélias". Perfeito! Não sei criticar poesia (ainda bem!). Mas sei quando um verso vale a pena! Abraços sinceros! Rosel |
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Elizabeth Lorezontti Soares,
Vejo que o poeta continua esbanjando inspiração por essas noites altas. Muito lindas poesias, melhor ainda lê-las ao chegar num plantão dominical deste vetusto órgão de imprensa do qual sobrevivo. Poesia, salve a Poesia, só ela, sabemos pode nos salvar. Um grande abraço Elizabeth |
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Gizelda
From: "gizelda"
<gizelda@hiway.com.br>
Sent: Sun, 14 Nov 1999
15:18:00 -0200
Que bonito! Adorei os poemas, em especial o segundo - Os desenhos. Gosto também da expressão - noite alta - com que você os conclui, pois criam o clima perfeito para que as palavras se soltem e saiam por aí, buscando as almas que estão à espera delas. Gostaria de devolver a mensagem com um poema meu, mas já vai longe o tempo em que deixei de criá-los. Ao optar por ser professora de literatura (sou advogada por formação primeira) meu cotidiano encheu-se de tantas belas poesias que passei a sorvê-las ao invés de criar outras. Porém, continuo sentindo enorme felicidade sempre que vejo alguém escrevendo, seja lá o que for, principalmente poesias. Tenho alunos jovens e maravilhosos, sonhadores, temos tardes inteiras de poesia. É muito belo ver a luz brilhando nos olhos deles, quando descobrem algum novo poeta. Um abraço, Gizelda. |
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Cabeça de mulher, estudo
