BIOGRAFIA: Natural de Sete Barras (SP), filha de João Lucas
Ferreira e Olinda de Souza Ferreira, nasc. aos 17.Nov.29 Advogada, Parapsicóloga
e formada em Genealogia e Heráldica pelo Instituto Genealógico
Brasileiro. Estudando por conta própria, desde a adolescência,
fez o Curso Clássico no Colégio S. Joaquim, formando-se em
Latim, Grego, Espanhol, Inglês e Francês. Formada com distinção,
em 1956, na Faculdade de Direito de S. Francisco, obteve bolsa de estudos
do governo alemão, com visitas a universidades, nas cidades de
Colonia, Bonn, Frankfurt, Darmenstad e Hidelberg. Viagens: França,
Tchecoslováquia, Rússia. Estados Unidos, Japão, China,
Hong-Kong, Tailândia, Índia. Irã, Turquia, Grécia
e Itália. Viajou, Argentina e Uruguai. Começou a
trabalhar aos 10 anos de idade; aos 14 foi Correspondente do jornal
"Cidade de S. Paulo"; Secretária do Estado Maior da 4ª Zona
Aérea e exerceu outros vários cargos de relevo. Enquanto
estudava, trabalhou como Atriz (Teatro e Televisão) Aposentada em
1977, passou a dedicar-se à Poesia, arte que cultivava desde a infância.
Integrou-se à Casa do Poeta "Lampião de Gás" de
São Paulo onde, desde 1979, dirigiu o jornal de poesias "FANAL"
e foi eleita Presidente da Entidade. Após 4 mandatos sucessivos,
renunciou ao cargo, sendo eleita Presidente Emérita e de Honra.
Pertence a inúmeras Academias de Letras nacionais e estrangeiras
e possui Comendas, Medalhas, Troféus e Diplomas Honoríficos,
além de quatro a cinco centenas de prêmios literários
Remetido por
LIVROS (de poesias) PUBLICADOS
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Cantos de Amor à Vida
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Catálise
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Poesias ao Sol (parceria com Hélio José Destro)
O Rosário de Anchieta
Apresentação
Era uma vez... Trajando uma batina preta,
arcado o torso magro, em curva atestatória
da prece... um jesuíta, um padre... era Anchieta;
surgiu logo no albor da brasileira história.
Viveu fugindo, sempre, aos toques de trombeta
que, em sua milagrosa e humana trajetória,
devia receber dos homens. A faceta
mais radiante nele era furtar-se à glória.
Foi piedoso e santo e foi, também o filho
de Deus, cuja mansão, edênica, inefável,
aos índios descerrou. Quem da Virgem, o brilho
em versos exaltou... Mas, servo da humildade,
insistia em fazer calar, irrecusável,
os testemunhos mil de sua santidade...
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