Almeida Garrett
Víbora
Como a víbora gerado,
No coração se formou
Este amor amaldiçoado
Que à nascença o espedaçou.
Para ele nascer morri;
E em meu cadáver nutrido,
Foi a vida que eu perdi
A vida que tem vivido.
Remetente :
Ricardo Madeira
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Página editada por
Carlos Rosemberg
, Jornal de Poesia, 25 de novembro de 1997