Notícias

Home  >  Notícias  >  Atualidades  >  Notebooks vão perder espaço para tablets em 2016

Atualidades | Certificados e Treinamentos | Cloud Computing | Emprego | Eventos | Hardware | Mídias Sociais | Mobile | Segurança | Software
       
Atualidades
 
Tablet (Foto: Divulgação)
Notebooks vão perder espaço para tablets em 2016

O NPD DisplaySearch anunciou que, de acordo com pesquisa conduzida pela empresa, a venda de tablets vai superar a de notebooks em 2016. Os números devem crescer de 121 milhões em 2012 para 416 milhões daqui a quatro anos. Já a venda de notebooks devem registrar aumento de 208 milhões para 393 milhões no mesmo período. As informações são do site Info Online.

Mercados tradicionais, como Europa, Japão e América do Norte (que respondem por 66% das vendas) serão os grandes responsáveis pela evolução na comercialização dos tablets, contando, em 2016, com 254 milhões de unidades. Hoje, o número é de 80 milhões.

No Brasil, a expectativa de vendas dos produtos também é positiva. Segundo o site, o país deve encerrar o ano com 2,5 milhões de tablets vendidos. O número é bastante superior ao de 2011 (800 mil). Somente nos três primeiros meses de 2012, brasileiros já compraram 370 mil aparelhos, representando uma alta de 212,5%.

 
Mais Notícias
idc
Mercado de PCs se recupera e cresce 37% em março, diz IDC
Foram vendidas 1,4 milhão de máquinas, no entanto número representa queda de 16% se comparado com o mesmo período no ano passa(...)
opera
Opera lança versão final de seu navegador para Android
Browser móvel promete economizar dados quando usuário está em roaming e foi completamente redesenhado pela empresa(...)
sap
SAP contratará 650 funcionários com autismo até 2020
Recrutamento terá foco em testes de software, programação e controle de qualidade de dados. A ideia é que o número de contrat(...)
Kaspersky
Focado em controle parental, Kaspersky Pure 3.0 barra até imagens eróticas
Nova versão do principal produto de segurança da empresa gera relatórios de uso, gerencia senhas e promete proteção contra no(...)